
Depois de vários desencontros, finalmente, "Tudo acontece em Elizabethtown".
Cameron Crowe já havia mexido comigo em "Almost Famous".
Ele gosta de fazer filmes com personagens que parecem reais e assim nos leve para dentro de nossas vidas.
Na coletiva de imprensa de "Elizabethtown" foi exibido um vídeo com uma mensagem de Crowe. A mensagem explicava que ele estava envolvido em outro projeto quando sua esposa (Nancy Wilson) o chamou para seguir com ela durante uma turnê pelos Estados Unidos. Em certo ponto da viagem eles pararam em Kentucky, cidade do pai de Crowe, na qual não comparecia desde o enterro do mesmo. Confuso com o retorno a cidade do pai, Cameron “largou” sua mulher na turnê, alugou um carro e percorreu as cidades da região. Foi daí que surgiu “Elizabethtown”.
Como minha terapeuta falou, estou fechando um ciclo com meu pai. Esse filme me lembrou muito ele...
Observar a família, suas estranhezas e particularidades. É bonito ver que apesar das diferenças, eles estão ali por amor, além do sangue.
Muito sensível mostrar a mãe do Drew tentando achar seu espaço no mundo depois da perda do marido.
Lindo ver um coração ganhando outro quando ele humildemente fala apenas do que sente. Percebe-se isso na cena maravilhosa em que Susana Sarandon sapateia e no diálogo do Drew e da Claire na entrada do Hotel.
Bom ver a Claire... Me vi nela há anos atrás e hoje ela está aqui dentro de mim me levando pra esse reencontro com ela/eu.
Muito bom ver que a vida é feita de infinitas possibilidades e que, como disse o pediatra de Enzo uma vez, a gente nasce pra dar certo.
Sábio quando Claire fala: Tem cinco minutos para se entregar a uma tristeza deliciosa. Curta-a, abrace-a, descarte-a. E prossiga....
Cá estou na viva Claire me entregando a viagem.
Portanto, estou na estrada, por terra, pecorrendo os caminhos e vendo a paisagem, absorvendo-a, devorando-a, admirando-a.
Ah! Já ia me esquecendo de comentar como o amor é leve!!!
Ame, ria, caminhe, escolha, tenha fé, e assim, viva e seja feliz!
Cameron Crowe já havia mexido comigo em "Almost Famous".
Ele gosta de fazer filmes com personagens que parecem reais e assim nos leve para dentro de nossas vidas.
Na coletiva de imprensa de "Elizabethtown" foi exibido um vídeo com uma mensagem de Crowe. A mensagem explicava que ele estava envolvido em outro projeto quando sua esposa (Nancy Wilson) o chamou para seguir com ela durante uma turnê pelos Estados Unidos. Em certo ponto da viagem eles pararam em Kentucky, cidade do pai de Crowe, na qual não comparecia desde o enterro do mesmo. Confuso com o retorno a cidade do pai, Cameron “largou” sua mulher na turnê, alugou um carro e percorreu as cidades da região. Foi daí que surgiu “Elizabethtown”.
Como minha terapeuta falou, estou fechando um ciclo com meu pai. Esse filme me lembrou muito ele...
Observar a família, suas estranhezas e particularidades. É bonito ver que apesar das diferenças, eles estão ali por amor, além do sangue.
Muito sensível mostrar a mãe do Drew tentando achar seu espaço no mundo depois da perda do marido.
Lindo ver um coração ganhando outro quando ele humildemente fala apenas do que sente. Percebe-se isso na cena maravilhosa em que Susana Sarandon sapateia e no diálogo do Drew e da Claire na entrada do Hotel.
Bom ver a Claire... Me vi nela há anos atrás e hoje ela está aqui dentro de mim me levando pra esse reencontro com ela/eu.
Muito bom ver que a vida é feita de infinitas possibilidades e que, como disse o pediatra de Enzo uma vez, a gente nasce pra dar certo.
Sábio quando Claire fala: Tem cinco minutos para se entregar a uma tristeza deliciosa. Curta-a, abrace-a, descarte-a. E prossiga....
Cá estou na viva Claire me entregando a viagem.
Portanto, estou na estrada, por terra, pecorrendo os caminhos e vendo a paisagem, absorvendo-a, devorando-a, admirando-a.
Ah! Já ia me esquecendo de comentar como o amor é leve!!!
Ame, ria, caminhe, escolha, tenha fé, e assim, viva e seja feliz!
Um comentário:
...hum, ta certo me convenceu! vou alugar o filme...rs...
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